Cobrança de bagagem, mudou alguma coisa?

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Desde o ano de 2016, a ANAC (Agência Nacional de Aviação) autorizou a cobrança de bagagem despachada em voos no Brasil. Na época, a medida iniciou valendo apenas para voos domésticos e posteriormente passou a valer para os internacionais também. O assunto pautou muitas discussões e neste corrente ano de 2019 voltou a ser pauta na Câmara e no Senado. 

Em maio, o Congresso aprovou uma medida que permite até 100% do capital estrangeiro nas companhias aéreas, e na mesma MP (Medida Provisória) havia um trecho que isentava a cobrança de bagagem de até 23kg em voos internos no país. Contudo, houve um veto dessa isenção. Com todas essas movimentações, muita gente ficou confusa – afinal, mudou alguma coisa na cobrança de bagagens? Confira melhor abaixo:

O que está vigente

A volta da obrigatoriedade de gratuidade de bagagem acabou sendo vista como um empecilho para o crescimento das companhias aéreas e também à entrada de companhias de low cost no Brasil. Sendo assim, a Medida aprovada por Câmara e Senado foi sancionada, mas com veto nessa parte da lei. 

Então, a mecânica continua exatamente como estava até o início de 2019, ou seja, aos passageiros é permitido embarcar gratuitamente com bagagem de mão de até 10kg e, caso queira despachar mala com limite de 23kg (em voos nacionais) é necessário verificar como são os custos de cada empresa aérea. Para voos internacionais a cobrança também permanece, a diferença é que o tamanho da mala permitida é de até 32kg. 

 

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Last modified: agosto 8, 2019

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