PERSPECTIVAS DE VIAGENS PARA BRASILEIROS: ATUALIZAÇÕES SOBRE O SETOR DO TURISMO

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O coronavírus fez com que muitos planejamentos precisassem ser alterados, inclusive os roteiros de viagens. Mesmo com a pandemia, mais da metade dos brasileiros mantêm seus planos de viagens nos próximos meses. Continue a leitura deste artigo e saiba mais.

 

Em maio de 2020, a empresa Vivo Ads realizou uma pesquisa sobre os impactos da pandemia do coronavírus e o que pensam os brasileiros sobre seus planos envolvendo o setor de turismo. Englobando mais de 24 mil pessoas de todo o país, o estudo foi publicado no portal Panrotas e chegou a uma conclusão bastante interessante.

 

De acordo com os resultados, 59% dos brasileiros seguem com planos de viajar 

apesar da pandemia.

NÚMEROS INTERNACIONAIS

Dentre os entrevistados, 36% planejam viajar em 2021. Em relação aos destinos internacionais, os Estados Unidos seguem liderando, com 20% dos interessados. Os países europeus mantêm seu segundo lugar, com 18% das intenções de viagens durante o ano.

 

NÚMEROS NACIONAIS

Em território brasileiro, o Nordeste também manteve sua preferência, sendo o destino de 29% dos entrevistados. Com 23%, a região Sul segue em segundo lugar.

 

NÚMEROS IMPORTANTES

A pesquisa também revelou alguns detalhes interessantes:

 

  • 26% do público pensa em planejar e adquirir suas próximas viagens pela internet.
  • 28% dos entrevistados sofreram, por causa do coronavírus, alguma alteração ou cancelamento em viagens agendadas para 2020, e 83% dessas viagens eram nacionais.
  • Ainda devido à pandemia, 17% das pessoas que responderam à pesquisa precisaram adiar passagens já compradas, enquanto outras 18% optaram pelo cancelamento. 
  • 43% do público acha que, após a pandemia, os preços das viagens irão aumentar. 
  • 52% acreditam que irão viajar menos quando retornarmos à rotina. 
  • 50% dos entrevistados temem que as viagens possam ser mais perigosas após a pandemia.

 

NOVA PESQUISA

Mais recentemente, a TRVL Lab publicou a segunda edição da Pulso Covid-19, com números atualizados sobre o impacto da pandemia no setor de turismo.

 

A pesquisa levou em consideração 416 viajantes brasileiros de todas as regiões do Brasil, que fizeram pelo menos uma viagem nos últimos 12 meses, e 372 empresas do turismo nacional.

 

De acordo com a nova pesquisa, 55,52% do público afirmam que tinha viagens planejadas e/ou compradas que foram impactadas pela pandemia do novo coronavírus. Nesta edição mais recente, percebe-se mais ação por parte dos viajantes. Contudo, 34,27% ainda preferem aguardar para entender os próximos passos (anteriormente, eram 45,45%), e 47,19% ainda preferem adiar as viagens.

 

ASSISTÊNCIA

O estudo afirmou que os profissionais que mais foram contatados pelos viajantes foram:

 

  • Companhias Aéreas: 43,02%;
  • Meios de Hospedagem: 37,43%;
  • Operadoras e agências de viagens tradicionais: 17,23%.

 

O posicionamento das empresas perante a pandemia segue sendo tópico de grande importância para os consumidores de turismo. Atualmente, 55,17% (antes 51,03%) do público que afirmam que podem, sim, deixar de adquirir pacotes e serviços de marcas que não tratem seus colaboradores corretamente durante a pandemia. Além disso,  54,86% avaliam positivamente as marcas que estimulam seus clientes a ficar em casa.

Da primeira para a segunda edição, a intenção de viajar diminuiu, o que faz sentido, levando em consideração o agravamento do quadro no país. O medo é um fator relevante na decisão de viagens: 61,39% afirmam ter medo de viajar e expor a família à doença. 

 

De acordo com a maioria dos entrevistados, o orçamento de viagens foi reduzido em 2020. Para 28,98% ele permanece igual e para 19,75% ele deixou de existir. Não houve variação significativa em relação à primeira edição.

 

A manutenção do contato e o relacionamento com clientes agora é o principal foco das empresas (65,14%), com as ações para incentivar viagens futuras em segundo lugar (64,59%). Administrar cancelamentos e remarcações passou para a terceira posição (antes a primeira).

 

Infelizmente, a expectativa para a retomada está menos otimista. Segundo a maioria das empresas, o retorno à normalidade acontecerá somente em 2021, com percentuais próximos divididos entre o primeiro e o segundo semestre.

 

Para 80,16% das empresas, a flexibilização da política comercial, facilitando alterações e cancelamentos e ajustando as formas de pagamento, é fundamental. Dessas, 78,05% acreditam na importância de um selo ou certificação sanitária em companhias aéreas e rede hoteleira para transmitir confiança aos clientes.

 

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Last modified: julho 14, 2020

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